
segunda-feira, 15 de outubro de 2007
Brasil, o país do futebol?

domingo, 14 de outubro de 2007
Muita coisa deve mudar.
Culpa de quem?

sexta-feira, 12 de outubro de 2007
Acabou a palhaçada no Senado?

Numa espécie de “O que é, o que é?” vou colocar números e peço que tentem adivinhar qual é o caso. (garanto que essa tarefa não vai ser nada complicada!)
- 140 dias de paralisia;
- 5 meses de crise;
- alguns milhares de reais (do dinheiro público) gastos com despesas pessoais;
- infinitas mentiras, brigas, trapaças;
- permanente confusão;
- e, finalmente, 45 dias de licenciamento.
Já dá pra saber do que eu estou falando, não é?
Muito bem! Chegou a hora a que muitos esperavam: o afastamento de Renan Calheiros.
Na última quinta-feira (11/10), o excelentíssimo presidente do Senado resolveu pedir licença do cargo a fim de evitar maiores constrangimentos na casa. Em pronunciamento exibido pela TV Senado, Renan diz:
“Com este meu gesto, que é unilateral, preservo a harmonia do Senado, deixo claro o meu respeito pelos interesses do país e homenageio, sem dúvida, as altas responsabilidades das funções que exerço, contribuindo decisivamente para evitar a repetição dos constrangimentos ocorridos na sessão de 9 de outubro"
Piada né?
Constrangimento foi o que mais vimos no Senado até agora! E é utopia pensar que vai acabar só porque o presidente das falcatruas resolveu se afastar por 45 dias!
Pode ser que o desgaste do Senado amenize e os parlamentares voltem a “trabalhar”, mas o resto continuará na mesma. A verdade é que num mundo individualista, cada um permanece estável até onde lhe é conveniente.
A meu ver, o afastamento de Renan é mais favorável a ele do que a nós. Ficaria difícil ser julgado num lugar onde a maioria é contra você, e pior, num espaço propício a surgirem novas acusações.
Bota vento no moinho
quinta-feira, 11 de outubro de 2007
Ditadura democrática das idéias
Só tive a oportunidade de ler a referida coluna no exato momento, e parece-me que esta uniu meus pensamentos, todos confusos e vagantes. Hoje não explicitarei meu ponto de vista com estatísticas de propósito e por dois motivos: primeiro porque no post abaixo já constam dados suficientes sobre violência; e segundo porque quero mostrar a seqüência de fatos que falam, por si só, e mais que qualquer número, que a ocorrência de tais fatos definitivamente “não está certo”.
A começar por um filme que, antes de sua estréia, já havia sido pirateado e cujo tema explicita a violência recorrente no Brasil. Seguem-se o assalto ao apresentador e o lançamento da revista da Mônica Veloso – sucesso de vendas. Contudo, o que mais me impressionou foi o estrondoso número de críticas pejorativas que Huck levou. E porque? Porque se indignou com o que aconteceu com ele!
Este, infelizmente, não é um fato isolado. Ultimamente, todos que tentam abrir a boca para elucidar suas idéias levam chumbo. Certos ou errados, isso não vem ao caso. Não cabe julgar ou acatar suas opiniões, mas também não cabe desmoralizar todos aquele que tentam fazer algo para mudar a situação caótica em que se encontra o país. Estamos vivendo uma ditadura democrática das idéias, na qual não é permitido revoltar-se e os próprios fiscais de sua efetividade somos nós.
Já havia pensado que não há graça em um gritar “cansei” e outro responder “peidei” – se o primeiro se referia a uma questão not so funny! -, quando li o desabafo na coluna. Uma frase em particular destacou-se e toma o mérito por toda essa iniciativa: “Pensando, cansado ou peidando, hoje posso dizer que sou parte das estatísticas da violência em São Paulo”.
Somos todos estatísticas... e todos temos o direito de nos expressar, revoltar, instigar... Julgar e criticar, na nossa situação, só nos causará mais mal. Ter razão, na atual conjuntura, não é lá tão relevante... provocar mudanças o é! E há tempos...
Há tempos precisa-se provocar, como a Melissa, a Bárbara, a Renata e a Patrícia fizeram... Concordando ou não com suas opiniões, devemos, no mínimo, respeita-las. Assim como ao Huck, ao João Dória Jr. e a todos que quiserem fazer algo por nós. Deixemo-nos nos ajudar!
“O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons.” (Martin Luther King)
O que, afinal, te preocupa?
